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Faça um samba enquanto o bicho não vem
Poemas para Sérgio Sampaio
Autor: Mariana de Oliveira Campos, Fabrício Corsaletti, Moisés Alves, Nina Rizzi, Sergio Natureza, Mariana Paiva, Michaela Schmaedel, Tatiana Nascimento, Caco Pontes, Caetano Romão, Thiago Pethit, Fabiano Calixto, Bruna Beber, Mariano Marovatto, Paulo Henriques Britto, Marcelo Ariel, Mariana Godoy, Marcos Siscar, Dimitri BR, Franciellly Baliana, Leonardo Gandolfi, Gianni Gianni., Jhenifer Silva, Rodrigo Lobo Damasceno, Cesare Rodrigues, Natasha Félix, Pedro Marques, Eduardo Sterzi, Gustavo Galo, Julia Rocha, Tatá Aeroplano, Yrahn Barreto, André de Aquino
Editora: Telaranha
Colaboradores: Jhenifer Silva, Leonardo Gandolfi, Bárbara Tanaka, Guilherme Conde Moura Pereira, Juliana Sehn, Larissa Ribas, Guilherme Conde Moura Pereira, Hiago Rizzi, Letícia Delgado, Lucas Tanaka, Raul K. Souza
Avaliação:
R$ 65,00 á vista
Em até 4 de 16.25 s/juros
Fora de estoqueCódigo: 9786585830089
Categoria: Música
Descrição Saiba mais informações
Depois do início com o sucesso do compacto “Eu quero é botar meu bloco na rua” (1972), Sérgio Sampaio (1947-1994) lançou, em vida, apenas três discos e em cada um deles intensificou e deslocou alguns caminhos da canção brasileira, criando versos que se tornaram a própria atmosfera dos anos 1970 e, ao mesmo tempo, uma abertura para fora deles. Melancolia, desbunde, elegância e uma concepção afiada de onde a canção vai e do que ela pode fazer com a gente e com o país. Alinhando Nelson Gonçalves e Torquato Neto, o poeta capixaba fez das tripas coração, e depois do coração tutano. Foi infiel aos gêneros musicais que experimentou e com os quais brincou. Não se deixou pautar pela indústria fonográfica da época. Pelo contrário, brigou com ela. Mas também brigou consigo mesmo. Parecia não caber no papel que tinham criado para ele, nem no papel que ele mesmo tinha criado para si. Não pôde mais gravar discos, continuou compondo, amando e andando e assim seguiu errático vivendo de pequenas apresentações até que não viveu mais. Dizem que fazia música à frente do tempo. Mas não. O que ele fez foi música do seu tempo, música tão boa que segue abrindo caminhos hoje. Sampaio sempre foi poeta, não só porque canções são poemas, mas porque o cantor-compositor mobilizou, como poucos, o corpo da poesia e do poeta como questão da canção. Este livro reúne muita gente boa que agora, por meio dos versos de livro, lê as canções do grande Sampaio, homenageando-as, mas principalmente fazendo delas uma questão para a poesia de hoje.
Páginas | 104 |
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Data de publicação | 01/10/2024 |
Formato | 21 x 14 x 0.9 |
Largura | 14 |
Comprimento | 21 |
Acabamento | Brochura |
Lombada | 0.9 |
Altura | 0.9 |
Tipo | pbook |
Número da edição | 1 |
Subtitulo | Poemas para Sérgio Sampaio |
Classificações BISAC | MUS000000; ART016010; POE000000; POE001000 |
Classificações THEMA | AV; DCC; DCQ |
Idioma | por |
Peso | 0.15 |
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